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Art Infinity: melhor ainda.

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A Art Infinity melhorou ainda mais a parceria. Agora, ao invés de 5 pilotos personalizarem seus capacetes para usufruírem o desconto de 30%, são necessários apenas 3, ou seja, quem quiser pintar seu capacete, totalmente personalizado, é só combinar com mais 2 pilotos da ASSEKA, e pronto. 30% de desconto em até 4 vezes sem juros.

Estou pensando seriamente em convocar mais 2 para ir comigo!

Aproveitem.

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Classificação

Vixi… Tá dando “medo”!

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Já considerei os 5 pontos bônus para os pilotos que participaram de todas as corridas até a quinta etapa.

Oficialmente no site, em alguns dias.

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Pós Torneio Feminino e 5ª etapa.

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Depois que cheguei ao kartódromo percebi que haviam 15 mulheres inscritas, e não 14, como havia colocado no papel. Parece não significar nada ter esquecido de listar mais uma participante, mas significa. Significa que a Deus fez o seu milagre, e que a ASSEKA derrubou mais uma barreira. A meta eram 15, e tivemos as 15.

A corrida foi sensacional, apesar de “lenta”. As mulheres rodaram a uma média de 40 km/h com tempos 20 segundos mais lento que os homens. Mas deram um show a parte.

Erica Pacher, noiva do Elton, venceu com categoria, e por diversas vezes disputou bravamente a primeira colocação com Nathália Guarany, filha do Ubirajara. Impressionante como essas moças aceleraram – sem medo.

Erica venceu, seguida por Thaís Mendes, Nathália, Carolina Campos e Jannaina Albarracin.

O Campeonato ASSEKA teve um “novo” vencedor. Vinicius Neves finalmente conquistou sua primeira vitória no ano. Lucas Monte terminou em segundo lugar, seguido por Eduardo Benvenuti, Daniel Liebert e Maurício Ogata, conquistando seu primeiro pódio na ASSEKA.

De luto pela morte de Michael Jackson, Vinicius comemorou de forma muito esquisita sua vitória, com uma dancinha estranha e indefinida.

Como foi a atuação das mulheres? O Vinicius está se recuperando? Como será daqui para frente? Alguém vai participar da próxima etapa, que cai no feriado e eu não sabia? E os estreantes?

Ó quantas dúvidas.

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5ª Etapa e Torneio Feminino.

Estou empolgadaço para a corrida de Sábado. Faz tempo que não nos vemos e, além disso, tem Torneio Feminino, finalmente, depois de 4 anos.

Fiquei surpreso com o interesse da mulherada, apesar do custo (fiz tudo o que pude para reduzir) e por ser na Granja (não sei por que o medo). Temos até agora 13 “pilotas” confirmadas e mais algumas que me disseram que participariam, mas até agora nada.

Os patrocínios me animaram bastante. Parece que o trabalho tem sido bem feito! É sempre legal ver empresas patrocinando o esporte – amador, por sinal. Há grande potencial comercial inexplorado nesse nicho, principalmente quando se trata de automobilismo. Quando se desmistifica a “pompa” natural do esporte, os ganhos (não só financeiros) são certos.

Quanto ao Campeonato ASSEKA, estamos quase na metade do campeonato e eu gostaria de saber de vocês quem são os pilotos que estarão no pódio dessa etapa e quem será o campeão da temporada.

Vamos lá, palpitem. Quem sabe não rola até um prêmiozinho pra quem acertar.

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Art Infinity.

[photopress:capacete.gif,full,alignleft]Desculpem a minha ausência. Muitas coisas rolando!

Vamos lá para a novidade.

Acabo de fechar uma parceria interessantíssima com a empresa Art Infinity, que faz pinturas personalizadas em capacetes, carros, karts, etc. Os pilotos da ASSEKA terão 20% de desconto na pintura de seus capacetes. Caso 5 pilotos pintem de uma só vez, 30% (falem comigo, pois vou reunir esses pedidos). Além disso, dá para pagar tudo em até 4 vezes.

Sem demagogia, nunca vi nada parecido antes. Vocês que tem capacete personalizado sabem do que estou falando. Incentivem quem não tem!

Eu por exemplo, pintei num desses Zé da Esquina que existem por aí e me ferrei. Perdi o capacete, pois o cara o botou pra secar em um forno e entortou inteiro. Demorei um bom tempo para conseguir um novo, do Zé, por sinal, tentando convencê-lo que a @$%& foi dele. Quando vi a pintura – argh – achei muito mal feita. Paciência.

Espero que gostem dessa baita parceria. Vocês que são pilotos da ASSEKA, aproveitem. Quem não é – seja!

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ATENÇÃO!

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Lembrei da imprópria sinfonia – para tudo para tudo……

ATENÇÃO!

Não compre, muito menos mande pintar seu capacete antes de falar comigo.

Tenho uma excelente novidade pintando.

Aguarde!

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Cobertura de eventos.

Esse final de semana eu e meus sócios do Diário de Carros faremos nossa primeira cobertura de um evento automobilístico – ao vivo.

Acontece nesse final de semana mais uma etapa do Racha em Interlagos, porém, não se assustem, é tudo dentro da legalidade, apesar do nome. As puxadas serão dentro do autódromo mesmo, na reta dos boxes.

Eu prefiro curvas às retas, porém, como tem carro no meio, estarei lá! E quem sabe não é uma porta para cobrir outros eventos….

O Serginho vai publicar os posts no decorrer dos acontecimentos, com informações interessantes e fotos que eu e o Wellington tirarmos, além de tentar nos convencer de que em uma arrancada a reta não é “tão” reta como parece. Veremos.

Tentarei dar meus pitacos também!

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Fora da Trilha.

Galera,

O documentário que o Vini fez sobre o Rally Dakar foi escolhido como um dos melhores do FIZ TV e vai ao ar hoje, às 23h pelo canal 20 da TVA. Há também uma versão no YouTube.

Quem não se recorda, ele criou o projeto Fora da Trilha e foi acompanhar in loco o rali, que pela primeira vez aconteceu na América do Sul, junto com a família.

Assistam o nosso amigo!

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Na terra de Fangio (4).

Viajar é muito bom, mas voltar para casa é melhor ainda.

A terra de Fangio é muito bacana mesmo, principalmente pelo fato de ser perto e relativamente barato, visto que o Peso custa aproximadamente 60 centavos de Real. Como não consegui ir até o museu do Fangio, percebi e comentei aqui que a cidade já é um museu a céu aberto, inclusive no que diz respeito aos carros.

Ainda em Mendoza, fomos jantar com um casal de amigos argentinos e sanamos algumas dúvidas automobilísticas. Meu pai estava certo. Um carro com uma garrafa no teto indica que está a venda! O Fiat 600 fez um enorme sucesso entre os jovens de algumas décadas atrás e era o presente dos pais aos filhos quando completavam 18 anos. Posso até arriscar e dizer que a quantidade de Fiat 600 lá é correspondente a quantidade de Fuscas aqui.

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Chegamos “próximo” ao Aconcaguá, em uma viagem espetacular por dentro das cordilheiras dos Andes. Alguns trechos da estrada com mão única, curvas deliciosas e penhascos de dar medo!

Saímos de Mendoza no Domingo em direção a Buenos Aires, era o fim da viagem. Como chegamos ao final da tarde, restou apenas uma caminhada e um jantar. Na volta para o hotel, encontramos um belo exemplar da Chevrolet.

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De volta pra casa, sem a tal da gripe, com 1000 fotos tiradas, mala para desfazer e a certeza de que o nosso país é o melhor do mundo!

É isso aí!

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Na terra de Fangio (3).

Mais um dia no pé das cordilheiras.

Como havia dito ontem, alugamos um Gol 1.6, 3 portas, e fomos às bodegas. A primeira parada foi na Lopez, onde fomos extremamente bem recepcionados. Uma moça explicou detalhadamente todo o processo de fabricação do vinho, desde a colheita até a embalagem, tudo automatizado por sinal. Havia até um mini museu dos equipamentos que foram usados nas décadas de 20, 30, e 40, inclusive um caminhãozinho Ford, também da década de 30. Foi o primeiro meio de transporte utilizado pelos produtores para vender o vinho. Na caçamba cabiam três barris de carvalho de uns 200 litros. Mui lindo!

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A segunda parada foi na bodega Zapata, uma das mais modernas da região. Do vinhedo se observa parte dos Andes, e a arquitetura lembra uma pirâmide maia. Voltando um pouco na estradinha fomos à famosa Chandon. Bacana também. Chamou a atenção o fato de que alguns dos espumantes são de produção extremamente manual. O operário tem que ficar girando garrafa por garrafa até decantar alguns dos resíduos da uva. E, acredite, são milhares de garrafas.

A cada dia que passa, e hoje com o dia claro, percebi que a quantidade de carros antigos é impressionante. Além dos milhares de Ford Falcon, os que também chamaram a atenção foram os Fiat 600. Há um monte deles espalhados por aqui, e de todas as cores. Tem uma categoria do Turismo Carretera que é dedicando somente a esses pequenos carrinhos.

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Percebam que na foto do Fiat há uma garrafa sobre o teto. Por quê? Não sei. Mas, de 10 carros que vimos estacionados, seja antigo ou novo, um deles tinha a bendita da garrafa. A teoria do meu pai é de que quem coloca a garrafa quer vender o coche. Sei lá!

Uma errata. O Citröen do post abaixo é um 3CV, e não um 2CV como escrevi.

A viagem continua.