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Etapa Bônus

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Como eu previa (sem querer imitar o tal do polvo) a Etapa Bônus foi divertidíssima. Foram 17 pilotos que se aventuraram desde a saída de suas casas, passando por marginais, pontes estaiadas, circo, favelas, até chegar ao K1 Kart Indoor, localizado (ou escondido) em Guarulhos.

Mas valeu a pena.

O kartódromo é pequeno, está localizado no estacionamento coberto de um supermercado. Os karts são novos, com motor 6,5 hp e muito equilibrados. O atendimento foi muito bom e, devido ao feriado, realmente nos sentimos em casa.

No briefing acertamos os detalhes e as regras do “torneio”. Foram três baterias. As duas primeiras, eliminatórias, e a última, a finalíssima.

Nas duas primeiras baterias, não houve treino classificatório, apenas 5 voltas de reconhecimento. A posição no grid foi definida por sorteio, bem como os karts. Dessas duas baterias, os cinco primeiros colocados de cada uma disputariam a final.

Ronaldo Lacerda, Cristian Peticov, Elton Andrade, Rodrigo Ferrara, Eduardo Benvenuti, foram os 5 primeiros colocados. Vitor Escarim (meu irmão), Jéferson Faria, Edson Dalla Rosa e Junior L (amigo do Wagner Nascimento), os demais pilotos que participaram.

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Essa bateria teve 70 voltas. E foi alucinante. Edu, largando em último, teve que trocar de kart por conta de um pneu furado no meio da corrida, quando estava em terceiro, se não me engano. Peti, que chegou a estar em primeiro, se enroscou nos pneus e foi ultrapassado por Ronaldo, que finalmente venceu, mas em uma etapa que não valia nada para o campeonato. A volta mais rápida foi do Elton, 23.01s.

A segunda bateria foi da mesma for espetacular. Correram Marcel Magalhães, eu, Daniel Pastore, Adriano Ravasi (de volta em!), Edmundo Neto (de volta em!), Wagner Nascimento, Ednilson Faria e Willian P (um peso pena que estava no kartódromo).

Eu larguei em último. Passei um monte e fiquei um tempão atrás do Daniel. É extremamente difícil ultrapassar lá. Enquanto brigávamos, Marcel ficou de cara pro vento, como diz o Galvão, o tempo todo.

Vou falar de mim e do Daniel, pois foram as únicas atuações que vi. Fiquei um bom tempo tentando ultrapassa-lo, até que cansei e tirei o pé, literalmente. Pensei: “Deixa ele se cansar um pouco sozinho e depois eu tento outra vez.”. Até o Wagner, que naquela ocasião era retardatário, me passou. Descansei mais um pouco e tentei de novo. Passei o Wagner e depois de 3 ou 4 voltas já estava na cola do Daniel novamente.

Faltando 2 voltas, eu acho, passei. Ele já estava mais baleado do que eu, e até que não foi tão difícil assim. Terminei em segundo. Marcel fez a melhor volta, 22.63s.

A bateria final aconteceu depois de um descanso de uns 40 minutos, e teve que ser reduzida para 20 minutos. Ninguém aguentava mais. Eu era um deles. Os cinco melhores de cada bateria foram para a pista, menos o Elton que teve que ir embora.

Fizemos a tomada de tempo, cinco giros, e eu cravei a pole numa volta achada de 22.77s, contra 23.12s do Marcel.

Bom, o resultado final não mudou em relação a ordem de classificação, com exceção do Ferrara que abandonou no meio da corrida, exausto.

Eu ganhei, finalmente, depois de alguns anos sem disputar nada na ASSEKA. Marcel foi o segundo, com volta mais rápida, 22.55s, seguido por Edu, Peti, Edmundo, Ravasi, Lacerda, Daniel e Ferrara.

Foi o primeiro evento que organizei puramente por diversão, sem cunho institucional como o Campeonato ASSEKA, Torneio Feminino, Copa Maná e o Enduro. Um evento no meio da temporada foi ideia do Peti e o saldo foi excelente.

Acredito que todos que lá estiveram se divertiram pacas. Eu me diverti muito, desde o briefing até a saída. E, como disse no post que anunciei o evento, realmente importou a presença de todos vocês, amigos.

Que venham os próximos.

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Pit Stop: Servir

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Deus é o nosso líder, portanto, devemos servi-lo. E, servir a Deus é abrir mão de viver para nós mesmos para viver aquilo que Ele planejou para nós.

Como disse um pastor certa vez: “Não servimos para viver, mas, vivemos para servir.”.

Servir a Deus não é uma tarefa fácil, afinal, o inimigo está à solta e pronto para nos destruir. Quanto mais servimos, mais nos afastamos de maus caminhos e mais perto de Deus ficamos.

Mas o que é servir?

Servir é ser útil. Servir é ministrar. Servir é cuidar. Servir é ajudar. Servir é viver na dependência.

O que temos feito de útil para Deus? Aquilo que falamos e escrevemos tem ecoado nos corações das pessoas como bênçãos? E quanto as nossas atitudes, somos servidores, temos cuidado e ajudado nossos amigos, irmãos? Não servimos apenas a Deus, mas aos seus filhos também.

Reparem como somos dependentes um dos outros. Haveria o pole position se todos os outros pilotos não fossem rápidos o suficiente para pressioná-lo a ser mais rápido ainda? Haveria um piloto campeão se não existisse o segundo colocado?

Não, não há possibilidade alguma de existirmos sem a missão de servirmos uns aos outros, e a Jesus, nosso senhor.

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Indoorzão

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Os campeonatos de kart amador surgiram, em sua grande maioria, com uma turma de amigos em kartódromos indoor -, aqueles fechados, escuros, fedidos e barulhentos.

O custo com a brincadeira sempre foi fator relevante, por isso, a escolha nunca foi em vão, além da oportunidade (única talvez) de participar de uma categoria do automobilismo, o que faz com que o sinônimo kart amador – kart indoor prevaleça até hoje, mesmo em pistas abertas (outdoor).

Pois bem, nesse sábado, 10 de julho, a partir das 16h, da voltaremos às raízes do indoorzão clássico. É isso mesmo. A etapa bônus, prevista no calendário da ASSEKA pela primeira vez, e por sugestão do Peti (que até agora não confirmou presença – um absurdo), será como nos velhos tempos.

Pista curta, estreita, de concreto polido, feita em um estacionamento de supermercado, karts de 6,5 hp, e muita diversão, é o que nos espera. O local escolhido com base em fotos, na matéria publicada no site da AMIKA e, claro, no custo, é o K1 Kart Indoor, localizado em Guarulhos, São Paulo. Quem tiver informações do local, fique a vontade para comentar – será de grande valia.

Eventos como esse nos faz relembrar a nossa posição de pilotos amadores, e de que a diversão e o fato de estarmos entre amigos é o que realmente importa!

Bora acelerar o moedor de cana!

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Pit Stop: Liderados

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Jesus é o nosso líder, técnico, coach, que através da autoridade dada a ele por Deus, faz milagres em nosso meio. Sejamos usados por Ele e saibamos reconhecer a liderança dEle em nossas vidas.

Abraão, sem hesitar, atendeu a voz de Deus e ofereceu seu próprio filho, Isaque, em sacrifício. Instantes antes de matar seu filho um anjo do Senhor lhe apareceu, e foi provada sua fé. Abraão respeitou a voz de comando do seu líder. Leiam em Gênesis 22:1-14.

Nós também, a exemplo de Abraão, devemos atender a voz de Deus. A Bíblia – a palavra de Deus, nosso guia. Através dela a própria voz do Senhor deve ecoar.

Ele nos deixou palavras sábias, dignas de um líder que sabe entender todas as nossas dificuldades e fraquezas, e através delas, nos tornar verdadeiros servos, merecedores do seu amor. Quem não quer ser amado por Deus?!

É hora de abrir o coração a Deus e ouvir sua voz de comando! (Êxodo 20:1-17).

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Só em 2014

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É, não deu!

Coitado do Felipe Melo e do Dunga, serão “apedrejados”. A TVG e o seus devem estar dando uma risadinha amarelada disso tudo.

Agora, só daqui 4 anos, aqui mesmo no Brasil, onde a seleção terá a obrigação de ganhar. Ai se não ganhar!

Enquanto isso – voltemos ao mundo real, ao trabalho e ao automobilismo, já que não disputaremos mais nenhum jogo, e vamos acelerar para tirar esse borocochismo, afinal de contas, na semana que vem tem etapa bônus, só para desestressar mesmo.

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Pit Stop: Sentido

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A cada dia que passa percebo que a esperança está somente em Jesus.

A cada dificuldade percebo que Deus atua, no tempo e na forma dEle, o que muitas vezes me deixa extremamente indignado e irritado com a possibilidade dessas dificuldades não se resolverem em um estalar de dedos.

Sou um ser humano de carne e osso, sangue quente, descendente de italianos que falam alto, reclamam e querem tudo o mais rápido possível, a nossa maneira.

A cada corrida organizada, um turbilhão de sentimentos que se misturam ao êxtase de ver Deus agindo de diferentes formas na vida de cada um dos envolvidos. O toque mágico que só um mestre como Ele sabe dar a sua obra prima.

Mas, será que temos permitido Deus agir em nossas vidas? Temos sido usados por Deus? Por que vocês estão lendo esse texto? Por que são pilotos de um grupo autodenominado cristão, evangélico?

Quando a presença de Deus fizer real sentido em nossas vidas, entenderemos de fato o motivo pelo qual existimos.

Só depende de nós mesmos.

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Kart inflável

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Serginho (@sergiobicicleta) em sua busca incessante e consumista pelo Amazon.com encontrou essa belezura.

Vou comprar, e estão todos convidados para uma sessão de Mario Kart na casa dele 🙂

Aliás, donos de PS3 e Wii, bem que podíamos organizar um campeonatinho de Gran Turismo, Mario Kart, Pro Evolution, etc…

Fica a sugestão.

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Fatos e pitacos da quinta etapa

O clima animado desde o Briefing, pelo que percebi, refletiu também na pista. Salvo algumas exceções, que sempre existem, foi tudo ótimo, o que também culminou numa descontraída entrevista coletiva após o pódio.

Falemos de corrida então.

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A SUPER 100, minha categoria preferida, cada dia melhor. Paulo Ian mandou ver um hat trick, depois de ter se ausentado da quarta etapa. Voltou com tudo e pulverizou os demais.

4 segundos “depóis” cruzou Daniel Mahseredjian. Marcel Magalhães, que nos presenteou com squeezes da sua escola de inglês, UNS, largou em sétimo, fez belas ultrapassagens e terminou em terceiro. Ferrara! Oh Ferrara! Terminou na quarta colocação. E, mais um estreante no pódio: Rodrigo Parillo, em quinto.

[photopress:bruno_temple.jpg,full,alignleft]Na primeira bateria da 85 PRO mais uma grata surpresa. Um estreante fazendo outro hat trick. Bruno Temple dominou o qualify e a corrida com muita categoria.

Daniel Liebert terminou em segundo, seguido por Jony, que ainda sofre com seus pontos “negativos” e Wagner Nascimento na quarta colocação. Ah se não fosse o Peti em pessoal?

Por falar em Peti, o mesmo estava alinhado na segunda posição do grid, teve que trocar de kart e, como consta no regulamento, foi para o fim do pelotão. Largou em último. Um grande piloto largando em último é sinônimo de bela corrida. E não deu outra. Peti saiu rasgando, fez belas ultrapassagens e ainda buscou um pódio, na quinta colocação.

[photopress:wagner_queiroz.jpg,thumb,alignright]A segunda bateria da 85 PRO também não ficou para trás. Por 0.240s Wagner Queiroz também não cravou o terceiro hat trick da noite. Mas, fez pole e venceu a corrida com maestria, pela primeira vez.

Vinicius Neves terminou em segundo, após tomar grande pressão de Tiago Pavese nas últimas três ou duas voltas, mas o Vini segurou com unhas e dentes e não deu espaço para o Tiago, que fez a volta mais rápida da noite.

Edu Benvenuti, com seu casco novo, voltou muito bem e garantiu a quarta colocação após uma briga duríssima com os pilotos Adriano Albarracim e Roberto Santos. Edu acabou levando a melhor. Elton Andrade se aproveitou dessas disputas e foi com ele, conquistando o quinto lugar no pódio.

Aos fatos…

– 1.537 trocas de kart: exagero, preciosismo ou problemas mecânicos?!
– Ednilson Faria, estreante dessa quinta etapa;
– Espião da campeonato Kart São Paulo, Otto, participou como convidado na segunda bateria;
– A escola de inglês UNS, através do Marcel Magalhães, presenteou a todos os que estiveram no Kartódromo de Interlagos com squeezes, portanto, bebam bastante água;
– Seleção Brasileira de Futebol e as irritantes Vuvuzelas foram homenageadas no troféu (alguém percebeu?);
– Onde estão os Pilotos Cronistas?
– 10 de Julho, etapa bônus: Guará? Piracicaba? Nenhuma das anteriores?

Bons jogos a todos e que perca a Argentina!

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Itália

Vamos falar de Copa, já que a Fórmula 1 não está com nada. Ah, aliás, tem Fórmula 1 nesse fim de semana, no mesmo dia de jogos como Alemanha x Inglaterra e Argentina x México.

Acho que passam Alemanha e Argentina.

Minha segunda pátria se despediu da Copa hoje, com uma atuação ridícula. A Itália jogou no final do segundo tempo aquilo que deveria ter jogado nos dois primeiros jogos. É realmente uma sensação estranha ver a atual Campeã do Mundo se despedir tão cedo. Nunca um campeão ou vice foram eliminados logo na primeira fase (foi o que ouvi na ESPN).

Por outro lado, meu irmão me passou o link do vídeo abaixo, para delírio da nação alviverde. Se realmente essa Arena sair, ficará sensacional, não?

Babem e morram de inveja são paulinos, santistas, portugueses, corintianos….

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BLOG(U)ENTREVISTA: Ronaldo Lacerda

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Faz tempo que estou aguardando para publicar essa entrevista, a segunda da série BLOG(U)ENTREVISTA.

[photopress:ronaldo_lacerda.gif,full,alignleft]O entrevistado é José Ronaldo de Lacerda, mais conhecido como Ronaldo Lacerda. O piloto mais representativo da ASSEKA. Participou de todas as temporadas desde 2005, é o recordista de corridas disputadas (44), vice-campeão de 2006, um dos grandes incentivadores da ASSEKA e, confesso a vocês, um aconselhador nos anos de crise, quando por muito pouco não “chutei o pau da barraca” e desisti da ASSEKA.

Algumas de suas palavras me fizeram aguentar um pouco mais e persistir nos objetivos que havia traçado. Sem dúvida alguma um piloto e pessoa que serve de exemplo para todos nós. Se você o conhece, acredito que concorda comigo.

Ctrl+C, Crtl+V do e-mail e….divirtam-se.

Bruno Escarim – Como é ter participado de todas as temporadas da ASSEKA, desde 2005?

Ronaldo Lacerda – É com muito prazer que participo das competições da ASSEKA, pois aqui me sinto a vontade com todos, e o carinho e respeito uns com os outros é muito grande, além da comunhão que é levada a sério também.

BE – Como foi ter ficado de fora de várias corridas em 2007 por conta de sua saúde?

RL – Foi uma fase muito ruim, pois eu estava muito magrelo devido ao problema da tireóide, aí o medico mandou parar, pois eu poderia desmaiar durante a corrida, eu ia em todas pra assistir e dava uma vontade de correr, mas preferi aguardar e graças a Deus me recuperei logo e voltei a pilotar.

BE – Quais foram os momentos mais marcantes positiva e negativamente para você nesses 5 anos como piloto da ASSEKA?

RL – Foi no enduro de 2006! Ver tantos pilotos reunidos num evento só, foi marcante, e o quebra-pau que ocorreu depois foi o único ponto negativo que me marcou até hoje.

BE – O que você tem a dizer sobre um dos piores momentos da ASSEKA, quando no Enduro/2006 um amigo seu partiu para a violência contra o pai de um outro piloto?

RL – Foi uma vergonha! Eu ainda estava na pista quando vi aquela correria lá na área social do kartódromo, logo pensei, o [retirei o nome para evitar problemas] deve estar no meio, e logo tive a desagradável surpresa de ver um monte de gente tentando segurá-lo. Este incidente é tudo que a gente não precisa ter, mas, infelizmente, aqueles que não têm temor a Deus, acabam fazendo estas besteiras.

BE – Peixe de Ouro. Essa premiação foi criada em 2008 para enaltecer alguns valores dos pilotos, como postura na pista, companheirismo, humildade, respeito, etc. Você acha que esses valores valem muito mais do que uma vitória na pista?

RL – Com certeza sim! O primeiro ou último lugar na tabela de classificação não importa, devemos demonstrar nosso respeito pelo amigo que está a nossa frente. Todos querem chegar ao pódio, só que lá só tem cinco lugares, então que vençam os melhores, mas não a qualquer custo e sim pela competência.

BE – O que te fez/faz ficar na ASSEKA por todos esses anos?

RL – O carinho e respeito que todos tem por mim! Vem piloto, sai piloto e Deus tem me abençoado na busca do meu objetivo de chegar a 50 corridas na ASSEKA, faltam poucas (quero um troféu comemorativo).

BE – Qual a importância que Deus tem a sua vida?

RL – Deus é tudo na minha vida e da minha família, sem ele nada somos, nada podemos e nada alcançaremos.

BE – A palavra é sua. Fique a vontade para falar qualquer coisa, dicas, conselhos aos novatos, etc…

RL – Só peço que respeitem uns aos outros, que sejam cautelosos nas palavras e nas atitudes, pois a gente usa uma camiseta com uma frase que contem o nome do senhor Jesus, e este nome deve ser honrado em todo e qualquer lugar. Disse Jesus: “Eu sou o caminho a verdade e a vida e ninguém vem ao pai senão por mim”. Então o aceite e serás salvo, tu e a tua casa.